Coisas da Vida Rita Lee
Quando a Lua apareceu,
ninguém sonhava mais do que eu
Já era tarde, mas a noite é uma criança distraída.
Depois que eu envelhecer,
ninguém precisa mais me dizer
como é estranho ser humano nessas horas de partida.
Ah, é o fim da picada
Depois da estrada começa uma grande avenida
No fim da avenida, existe uma chance, uma sorte, uma nova saída.
são coisas da vida...
e a gente se olha e não sabe se vai ou se fica...
Qual é a moral? Qual vai ser o final dessa história?
Eu não tenho nada pra dizer por isso digo
Eu não tenho muito o que perder, por isso jogo
Eu não tenho hora pra morrer, por isso sonho
ah, ah, ah...
Ah, são coisas da vida...
Ah, e a gente se olha e não sabe se vai ou se fica...
Ah, são coisas da vida...
Ah, e a gente se olha e não sabe se vai ou se fica...
Ah, são coisas da vida...
Ah, e a gente se olha e não sabe se vai ou se fica...
Ah, são coisas da vida...
Ah, e a gente se olha e não sabe se vai ou se fica.
"Lança-pefume", de Rita Lee, toca alto no salão da academia às 11h.
Enquanto pega ar para fazer o exercício de fortalecer as coxas, ao
ritimo da música, uma "marombeira" afirma: "Eu adoro isso!". A
esportista é Elza Gouveia Marques, 91, uma das frequentadoras do Gero's
Center, uma academia de luxo focada em clientes acima dos 60.


Hulla-Hulla", canção que faz parte do primeiro disco de Rita Lee, chamado "Build Up", e que foi lançado em 1970.